Think Pong 2008 - 2008, um ano hipotecado?
0 opinioesquarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Muito mais simpático foi a constatação de que, um século depois de um senhor negro, Booker Taliaferro Washington, ter entrado na Casa Branca como convidado de Franklin Roosevelt, o mundo (em depressão) começou a olhar com redobrada confiança para outro negro americano: Barak Obama. Eleito presidente dos Estados Unidos, Obama já não é (só) um ícone, uma referência enorme. O mundo segui-lo-á com redobrada atenção. E desejos de uma nova vivência.
Pelo meio, mesmo a meio do ano, a Irlanda disse que não quer o modelo europeu de constituição. Voltarão os irlandeses às urnas, não vá a Europa ficar à deriva! E, numa altura de crise e falta de ordem, isso seria o caos no descontrolo geral.
“Ano de nevão é ano de pão”? – Até poderia ser uma das marcas do ano por cá. Mas não é. Mesmo que as ameaças tenham sido muitas. E a necessidade de desligar muitas coisas fosse real. Por exemplo, logo em fevereiro, o PSD tornou-se no primeiro partido português a ser condenado por um financiamento ilegal. É o mesmo partido cujo líder parlamentar, na altura Santana Lopes, se recusou aceitar o “acompanhamento, apoio e aconselhamento” à sua bancada por uma agência de comunicação. Santana bateu o pé e disse que os seus deputados sabiam o que faziam.
Mas o partido laranja deu-se (mesmo) muito mal com o ano. A eleição, em Guimarães, de Manuela Ferreira Leite foi apenas um episódio no meio dos episódios com sabor a laranja amarga. Em abril, depois de Menezes ter batido com a porta, tudo mudou. E Manuela Leite, afinal, não uniu nada. Para quem havia feito da palavra “credibilidade” o mote da candidatura é muito pouco. Basta olhar para esta frase: “o PSD perdeu a credibilidade que sempre o acompanhou. Hoje ninguém nos ouve. Candidato-me para mudar este estado de coisas”.
Nas promessas por cumprir a ministra da Educação também não ficou bem no retrato. Maria de Lurdes Rodrigues, que sofreu ataques de todos os lados – aquilo foi um conflito que se foi extremando a cada novo passo dos senhores que mandam nos professores! – foi o flanco mais impopular do governo de Sócrates. Mas foi sempre igual até ao fim: “garanto que a avaliação vai avançar este ano”. E a ministra chegou até ao fim. Do ano. Ao contrário de Isabel Pires de Lima ou Correia de Campos – que cedeu o seu lugar a Ana Jorge, uma apoiante incondicional de Manuel Alegre nas últimas presidenciais. Uma cedência à esquerda de José Sócrates? Uma vitória pela esquerda de Manuel Alegre seguramente.
Mas o ano correu bem – Cá pela terra, sim. A Manta, por exemplo. Em Vila Flor, em julho. Uma aposta musical ganha em todos os sentidos. E as cinzas no claustro (o sermão de quarta-feira de cinza, de António Vieira) que Luís Miguel Cintra tão bem protagonizou no museu de Alberto Sampaio? E a “Tragédia: uma tragédia”? E “o silenciador” ou as “memórias de um comboio a vapor”? Ou o “Amor”? O Teatro Oficina teve um ano em grande. Junte-se-lhe os festivais de Gil Vicente e, por exemplo, “as lembranças de Madalena Victorino”. Foi um ensaio geral fabuloso para um ano que promete ser pleno de teatro.
Alguém se recordará da iniciativa “porque é que o jazz parece tão complicado?”? de um barzinho, ali mesmo à mão de semear, em S. Martinho de Sande, com o nome da estrada ali passa ligando Guimarães e Braga, onde pára o Movimento Artístico das Taipas (MAT). Em parceria com o Jazz Ao Minho. E o resultado foi excelente. E daquele lado do concelho veio outra grande novidade. Também pela mão do MAT. Desta vez em parceria com a junta de freguesia de Barco: o Barco Fest. Por ali passaram Mundo Cão, peixe:avião, Vicious Five e Linda Martini, entre outros. Que ano!
Casimiro Silva
Think Pong 2008 - O ano em Revista
0 opinioesquarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Ao nível regional, no Minho, o ano de 2008, afirmou acção concertada dos seus principais agentes políticos. O quadrilátero urbano, nas suas diversas dimensões, particularmente na dimensão cultural, é a expressão clara de que o poder político percebeu que o Distrito de Braga só poderá ser competitivo relativamente a outras regiões, não só de Portugal, mas também Europeias, se estiver unido. No mesmo sentido os Quadriláteros demonstram que estes procedimentos de cooperação, louváveis, são, todavia, insuficientes para que se cumpra verdadeiras políticas regionais, já que estão dependentes das vontades individuais, avulsas dos seus representantes e não directamente da lei.
Ao nível local, o facto que destaco é o arrojado projecto Guimarães Capital Europeia da Cultura. Por um lado é mais um pilar que sedimenta a estratégia de diversificação do turismo, até agora, assente no património histórico. Apesar de ser Capital Europeia da Cultura, e de relevar o aspecto de natureza imaterial que Cultura representa, esta iniciativa que Guimarães acolherá, não é substancilamente diferente do trabalho que tem a vindo a ser feito, já que propõe revolucionar a cidade “extra”- muros, a semelhança do que foi feito “intra”-muros, mas num espaço de tempo que diria recorde. A recuperação do Centro Histórico foi feito em cerca de 20 anos, ao passo que a proposta da Câmara Municipal de Guimarães passa por recuperar a segunda malha histórica da cidade em pouco menos que 4 anos.
Bom ano de 2009!
Luis Soares
Think Pong 2008 - A noroeste nada de novo
0 opinioesterça-feira, 30 de dezembro de 2008
Asfixiados por uma crise sem precedentes, continuam a cobrar-nos as portagens que se desculpam nas grandes áreas metropolitanas e no Algarve; continuam a esquecer-se de nos pagar a justa subvenção pelos transportes públicos urbanos; e continuam a desviar os fundos do Turismo do Norte para o Porto e o Douro.
Enquanto isso, os nossos políticos-de-trazer-por-casa brindam-nos com referendos bairristas, desperdiçando o potencial reivindicativo que ainda resta junto do poder central. Dividir para reinar é a estratégia dos centralistas que, na ausência de uma política integrada de desenvolvimento regional, vão emprestando, esmola aqui e esmola acolá, um triste contentamento de efémeras ilusões alimentado.
O avanço do Quadrilátero Urbano é um facto extremamente positivo, mas ainda insuficiente para projectar a região numa perspectiva verdadeiramente integrada. Seja como for, parecem estar lançados os alicerces para, com excepção da auto-excluída cidade de Viana, se chegar a um entendimento alargado sobre o futuro do Noroeste português.
2008 foi também o ano em que os vimaranenses se livraram dos desnecessários túneis e parques subterrâneos do Toural ao mesmo tempo que os bracarenses reforçaram a sua dose de betão num processo marcado pelas inúmeras interrogações e inquietações quanto à preservação do património arqueológico da Bracara Augusta. A arqueologia voltou a estar no centro da discussão pública, mas foram demasiados os protagonistas que, por omissão ou deformação, não souberam estar à altura do debate.
Mas tudo está bem quando acaba bem e, como se sabe, 2009 será um ano de várias eleições e muitas inaugurações. A política descerá às catacumbas da mediania e as cidades encher-se-ão de propaganda com exageradas auto-exaltações. Todo o circo será pago pelo contribuinte que assiste impotente ao esbanjar dos dinheiros públicos, enquanto as promessas convenientemente incumpridas são atiradas para as calendas gregas.
No Minho, como no país, estamos quase na mesma, mas um pouco mais pobres.
Pedro Morgado
Think Pong 2008 - Crónica de um Ano atipico
0 opinioesterça-feira, 30 de dezembro de 2008
Em primeiro lugar, a crise económica, depois financeira, depois económica e financeira. Contra as previsões mais optimistas para o crescimento da economia, a verdade é que o carácter marcadamente global desta crise parece ter abalado as fundições do sistema vigente desde a II Guerra Mundial. Caiu a máscara à ordem económica do pós-guerra. Muitos advogam não a morte do capitalismo, mas uma mais do que urgente reformulação deste. A palavra mais ouvida, a que faz qualquer adepto do liberalismo económico coçar-se, foi a mais ouvida em 2008 – a par, claro está, de “estagnação”, “recessão” ou “crise”: regulação. Regular os mercados, as instituições financeiras de crédito; regular o mercado habitacional, regular as trocas de capitais, regular as práticas obscuras de muitos gestores; regular e tornar mais transparente e credível o sistema financeiro, incentivar à poupança; e, acima de tudo, punir os responsáveis por danos irrecuperáveis causados a quem confia o seu dinheiro aos bancos. Para os que auguravam a morte do estado enquanto poder regulador, esta crise veio trocar completamente as voltas. Ao estado foi-lhe implorada a sua intervenção sob a forma de muitos zeros – vejamos se agora esse mesmo estado está em condições de se fazer pagar com a imposição de mais e melhores regras e, mais visível aos olhos do cidadão, com justiça.
Aproveitando o embalo de ideias como “estado” e “regulação”, destaque e honra seja feita à eleição do 44º Presidente dos EUA. Barack Obama, após uma transição que se afigura impecável, vai assumir as rédeas do (ainda) estado mais poderoso do mundo. Os EUA deixaram cair uma máscara que escondia a sua genuína identidade como povo democrático e tolerante. Do país que fez catapultar a crise económica, resta saber se vem também o antídoto. Obama inspira confiança, teve um discurso atractivo e eloquente durante a campanha mas será o motor da mudança necessária? Se os EUA não se assumirem como líderes de uma mudança anunciada, a sua posição no mundo estará definitivamente ameaçada. Não parece restar outro caminho ao novo Presidente que não um novo rumo para o seu país. O dia 5 de Novembro último pode ter sido o princípio de uma bela história. Ou não.
Um destaque final para uma questão intrinsecamente política e estratégica, que foi alvo de abrupta actualização em Agosto passado. Durante as Olimpíadas de Pequim, os olhos do mundo desviaram-se inesperadamente das piscinas e das pistas para o Cáucaso, região onde a Rússia fez questão de mostrar quem manda. Tal resposta seria impensável ainda há poucos anos. Enriquecida pelos petrorublos e dona de si como há muito não se via, o gigante russo marcou território e dissipou muitas dúvidas sobre a natureza do seu poder actual – centralizado, ambicioso, nacionalista e, pior, imperialista. Também a Rússia deixou cair a sua máscara para se tornar num dos mais sérios testes à União Europeia e aos EUA, ou por outras palavras, à unidade da UE (através da mais que duvidosa PESC) e à capacidade de influência dos EUA, respectivamente.
Venha 2009.
João Gil Freitas
Think Pong 2008
0 opinioesterça-feira, 30 de dezembro de 2008
Bom Filho
0 opinioessábado, 27 de dezembro de 2008

Bem vindo de volta!
Feliz Natal
6 opinioesquarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Ficam os desejos de um Bom Natal de um socialista ateu...
Será?
0 opinioesquarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Mais coisa menos coisa....
0 opinioesquarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Sobre a dissolução
0 opinioessábado, 20 de dezembro de 2008
Do outro lado
0 opinioessexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Na altura, depois de 3 tentativas do género, acabei por ser recebido pela direcção da escola. Não para receber uma resposta. Não para encaminhar o meu protesto para o Ministério da Educação. Foi, isso sim, para ser repreendido, e alertado para a irresponsabilidade de faltar às aulas, e arrastar uma turma, e uma escola atrás do acto.
Hoje, os jovens que têm a mesma idade que eu tinha naquela altura, passaram para o outro lado: agora são os professores que fecham as escolas e se omitem à responsabilidade de os formar e de lhes transmitir valores. Em nome de uma revolta cega e mais autista que a senhora a quem se dirigem. Porque essa até acaba sempre por conversar e ceder quando sente que pode mudar.
Está na hora de os professores serem chamados ao “Conselho Executivo” e escrever-lhes na “Caderneta da Avaliação” um recado a vermelho: Portem-se como responsáveis por uma geração e não como miúdos inconsequentes que não conhecem nem possuem os caminhos do dialogo directo e democrático, com quem pode ajudar a, em conjunto, resolver os seus problemas.
na coluna "Abertamente Falando"
Think Pong: A esquerda Alegre
14 opinioesquarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Manuel Alegre, o “politico poeta”, é neste momento uma das figuras mais incontornáveis do panorama politico nacional. E tudo isto porque o Partido Socialista cometeu um erro estratégico: retirou o apoio a Alegre quando parecia estar tudo encaminhado para este ser o candidato à presidência da República. Só que na mesma altura apareceu o mais histórico líder do partido, e não restava outra solução.
Amuado como uma criança, o senhor decidiu colocar-se na posição que em Portugal funciona sempre: o coitado, o traído, o dono da razão por muito que não se conheça os bastidores. E na altura para além do efeito de contágio que uma situação destas traz sempre, Alegre criou também o mito à sua volta da representação dos não representados socialistas com S grande. Resultado: Arrastou um milhão de pessoas atrás de si até às urnas e derrotou o seu próprio partido. Aquilo que ele não percebeu foi que a sua birra fez ascender a Presidente da República um senhor que havia sido adversário de outras lutas, e um dos piores primeiros ministros que este pais já viu. Pior! Agora tem já mais idade, está já mais doente, e já não faz a mínima ideia do que faz nem diz. Obrigado Manuel Alegre e casmurrice da direcção Socialista.
Só que do alto da importância que adquiriu com esta candidatura Manuel Alegre começou a agir para alegrar a esquerda portuguesa. Por entre três poemas, gravou uma cassete, que posteriormente engoliu e passou a dizer: Não gosto e não quero! Sem apresentar soluções ou formas diferentes de fazer o que quer que seja. Mas como não é estúpido, apercebeu-se de que estava a ser alvo desta critica. Então convidou um conjunto de amigos, que alastrou a um encontro de críticos do governo, da ala esquerda. E assim haverá pelo menos soluções para apresentar da próxima vez que disser que não gosta de alguma coisa.
Do resultado de dois encontros Alegre já fala em ir a eleições com as ideias que de lá saírem. Se isso significa a criação de um novo partido ninguém sabe. A minha opinião é que ele acabará por substituir o repetitivo Francisco Louçã e será o candidato do Bloco às Legislativas. Resultado: O partido com 10 anos que tem vindo a crescer ao longo dessa década, sofrerá assim um “boost” eleitoral, será a terceira força, logo a seguir ao decadente PSD, e coligar-se-á com José Sócrates para formar um governo de maioria. Manuel Alegre cala-se de vez, o BE cresce, e o PS ajeita-se a trabalhar mais à esquerda. Será que no meio de tanta asneira o pais ainda vai ganhar com isto e se vai tornar num pais de esquerda?
O Think Pong acaba por este ano, havendo ainda lugar a uma análise alargada do ano e mais novidades para 2009.
Centésima Página no São Mamede
0 opinioesquarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Ainda no mesmo dia..
0 opinioessegunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Um dia..
0 opinioessegunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Meia boa-noticia
0 opinioesdomingo, 14 de dezembro de 2008
Ventos de mudança
0 opinioesdomingo, 14 de dezembro de 2008
Festa da taça
0 opinioesdomingo, 14 de dezembro de 2008
Tebas
0 opinioessexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Normalmente
1 opinioessexta-feira, 5 de dezembro de 2008
A voz da esperança
8 opinioesquinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Bem diferente de outros discursos, de outros anteriores primeiros-ministros, e mesmo de alguns líderes de oposição e opinião, o homem que gere os destinos do país foi positivo. Fez, no meio (ou final) de um cenário de crise, alguns passarem a pensar de forma diferente. Afinal há esperança, afinal Portugal não vai sentir assim tantos efeitos da crise global, tal como havia sido anunciado há dias, e ainda cada português vai sentir onde normalmente mais lhe doí, um alivio que não acontecia há muito tempo. Vai haver mais dinheiro nas carteiras!
Futurologia
0 opinioesquinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Debate Bloguers
0 opinioesquarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Admirados? ou não?
0 opinioesquarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Think Pong: Nicolinas é Património Nosso
5 opinioesquarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Começo este Think Pong desta semana destacando algo que costumo desvalorizar: o título. E faço-o porque acho que é importante frisar que estas festas estão acima de tudo aquilo que foi discutido nos últimos tempos sobre elas. Antes de mais porque falámos em Nicolinas e não em Pinheiro. Admirem-se os mais desatentos: As festas de São Nicolau são muito mais que uns milhares de indivíduos alcoolicamente bem dispostos, a disparar baquetadas desgovernadas num ritmo nem sempre assertivo. São antes de mais 6 números, a que juntámos uma semana de Novenas, e a Missa e Procissão de São Nicolau. São Posses e Magusto, são Pregão e Maçãzinhas, são Baile Nicolino e Roubalheiras.
Mas são realmente também Pinheiro. Mas mesmo esse, é mais do que a descrição acima feita. E dessa noite fica-me sempre a mesma imagem. Parado a vê-los acabar de descer os Palheiros, pedia silêncio como tantos outros faziam para ver tocar os “velhos”. O respeito pelo toque e pela tradição. À mesma “temperatura” e “alegria” de todos os outros, mas sem esquecer o que ali se faz: preserva-se uma tradição.
Nicolinas é por isso também mais do que uma marca registada. Mais do que grupos de ex-nicolinos, ex-membros de comissões ou de tertúlias de amigos. Mais do que conventos ou torres dos almadas. É marca registada da nossa vontade – aqueles que todos os anos trocam o sono, o estudo, os empregos e as caras de boa disposição no dia seguir pelas tradições centenárias – de sermos nicolinos enquanto antigos alunos das secundárias de Guimarães.
É também muito mais do que candidata a Património Cultural da Humanidade. É já, para todos nós, Património Mundial da "Vimaranensidade". Do orgulho da terra e da vontade de preservar os nossos valores. E as nossas melhores tradições. De mostra-la a todos os que vêm de fora para a ver. E a todos aqueles que sendo da terra, só ano após ano as vão descobrindo.
O presidente da Comissão de Festas deste ano destacava a vontade de revitalizar os números do Pregão e Maçãzinhas. Concordo. Era preciso revitalizar estes números, e apaziguar as relações entre todos aqueles que se batem para dizer que as Nicolinas são mais minhas do que tuas. As Nicolinas são de todos, mas principalmente daqueles miúdos, todos ou quase, menores de idade, que erguem o mastro ao alto, e o festejam 7 dias com mais responsabilidade que a gente grande o faz nos bastidores.