Diabo na Cruz

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Justiça na liga

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Apetece-me dizer que isto vai acontecer quando o Belenenses descer no final da época, de forma ficarem de novo na primeira, via secretaria da liga.
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Fumo branco na educação

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Chegaram a acordo ministério e sindicatos de professores. Acabou a divisão da carreira em categorias. Abriram-se as portas da progressão de carreira a todos os professores. Existem promoções automáticas para quem tiver Excelente nas avaliações. Progridem em sistema de vagas os que obtiverem menos do que isto. Os avaliadores passam a ser professores com formação para avaliarem, sendo que qualquer um pode chegar a esta posição se tiver formação para isso. São estas algumas das primeiras conclusões tiradas das primeiras declarações, ditas em tom simpático e tranquilo, ao fim de 15 horas de negociação, pela Ministra da Educação Isabel Alçada. 
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Está doente?

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Voltei à actividade para anunciar que amanhã, hoje, é um dia histórico. Vai ser aprovado dentro de algumas horas em Assembleia da República o casamento entre pessoas do mesmo sexo. No entanto, volto a escrever porque acabei de ouvir o que Pacheco Pereira disse sobre a questão da adopção. O iluminado político do Partido Social Democrata diz que quem conhece a história das relações homossexuais, seja lá o que isso for, sabe que incorremos num risco de pederastia ao permitir que casais homossexuais possam adoptar crianças. Ou seja, PP pensa que uns pais que adoptem uma criança serão capazes de terem relações sexuais com os mesmos. O que me levanta muitas dúvidas sobre o estado de normalidade e as nuvens que pairam no pensamento do deputado social-democrata sobre o que é uma relação pai-filho.
Das duas uma, ou não tinha outro argumento e lembrou-se daquele ou está profundamente doente o senhor.  Não se trata sequer da posição sobre a adopção, que essa nem discuto, nem emito opinião. É a justificação doentia.
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Amanhã é um dia histórico

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Para tempos dificeis

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Adivinham-se tempos de muito esforço. Fica a dica:



Give me hard times. I'll work harder, harder.
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Bom Filho (2)

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O Vitória confirmou hoje o regresso de outro filho da terra. Depois de em Dezembro, Custódio ter voltado a reintegrar as fileiras do clube de Guimarães, é agora Alex, que regressa do Wolfsburgo da Alemanha para defender as cores do Rei. Ainda sem treinador anunciado, Alex junta-se a Kamani Hill, David Mendieta, Gustavo Lazzaretti, Tiago Alencar, e Jorge Gonçalves. Até ao final da semana deverá estar concluido o processo de pré-temporada e poderemos parar para prespectivar a temporada.

Nota: Faltam Pedro Mendes e Fernando Meira.

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USA querem modelo Português de Educação

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"O especialista canadiano em tecnologia Don Tapscott aponta Portugal como um exemplo a seguir na educação, elogiando o investimento em computadores individuais nas salas de aulas. Num artigo de opinião publicado no blogue Huffington Post - onde já escreveu Barack Obama -, Tapscott dirige-se directamente ao presidente dos Estados Unidos da América: "Quer resolver os problemas das escolas? Olhe para Portugal!"." in Publico.


Afinal os Portugueses têm é dificuldades em olhar para o que bom se faz dentro de portas.
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A sério?

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Jaime Pacheco diz que não entende a falta de convites para treinar em Portugal. Antes de mais assusta-me a possibilidade de Emilio Macedo da Silva ouvir estas palavras e ficar sensibilizado. E depois tenho três motivos para lhe dar a explicação: Primeira, Segunda e Terceira: notabilizou-se por fazer de um grupo de jogadores, animais raivosos, que levantavam pernas e corriam em contra-ataque, ajudado por um grupo de "regras" ditadas pelo pai do próprio presidente do clube, que era presidente da liga.
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Da democracia e da participação

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Contamos, por estes dias, mais de uma semana desde o último acto eleitoral em Portugal. E aguardamos pela marcação de outros dois até ao final do ano.
E está na altura de repensarmos muito mais do que resultados de A ou B. Porque esses já estão dissecados até ao último pormenor.

Muito mais importante do que arranjar vitórias morais, derrotas e cartões de todas as cores, devemos tentar arranjar explicações, culpados e soluções para a grande derrotada: a democracia que tanto trabalho deu a conquistar. Mais uma vez os Portugueses não se mobilizaram. Foram à praia, juntaram-se em lamentáveis plataformas de malta organizada que não vota por convicção, foram até ao café ou limitaram-se ao conforto caseiro. Tudo, menos votar. E nisto sim, temos que reflectir.

A classe política está descredibilizada, as pessoas têm mais com que se preocupar, seja qual for a desculpa, a verdade é que é uma responsabilidade de todos mobilizarmos o vizinho e o familiar e convence-lo de que nem que seja para votar em branco ou nulo, deve deslocar-se às mesas de voto da sua freguesia. Porque aí vamos separar o trigo do joio. A abstenção de protesto, do comodista de sofá. Porque se é verdade que nestas eleições houve um aumento, explicável de diferentes formas, na abstenção, existe no eleitorado português um grupo enorme de pessoas, que ultrapassa os 50%, que não vota, nunca! E nem põe a hipótese de o fazer.

Tudo começa bem cedo na mentalidade incutida. Um jovem interessado por política no passado era um sonhador, um revolucionário, um intelectual e uma pessoa admirável. Hoje é menorizado, ao ponto de ter vergonha de emitir opiniões sobre os assuntos, pelo menos usando um vocabulário que vá para além do básico e do insulto.

E é daqui que tiro uma parte das explicações, culpados e soluções que proponho a todos que encontrem: a educação e formação defeituosa, a falta de oportunidades para experimentar e observar política, o afastamento de imensos quilómetros e vontades entre o povo e os seus decisores, a falta de qualidade e escândalos dos políticos, as lógicas subvertidas de funcionamento das estruturas mais básicas dos partidos e juventudes partidárias, a falta de voz e a descrença provocada por ver falhar todos os que tentam tocar em cada um dos pontos que falei anteriormente.

Cabe-nos a todos tentar mudar. Mas cabe principalmente a quem está por dentro, aproximar-se, aproximar, comunicar cara-a-cara sem intermediários, convencer e debater desde a Assembleia da República ao café, desde o Primeiro-Ministro ao merceeiro, esquecer a vergonha ou o estatuto e criarmos o hábito da discussão e da mobilização do povo em torno das causas. Combater os problemas reais junto do povo real e dos seus mundos reais. Sem manifestações forçadas, sem desvios por Lisboa de quem vai para Fátima e sem camionetas em excursão. Discutamos essencialmente!


Texto Publicado na última edição do Povo de Guimarães
na coluna "Abertamente Falando"
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De bestial a besta por culpa própria

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"É que Cajuda podia ter ficado em 8º e continuar a ser respeitado, mas quando insulta a inteligência, o dinheiro das cotas, e o amor ao clube de mais de 30 000 pessoas, está a pedi-las.", para Colina Sagrada.
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Ainda sobre a data das Eleições

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"A forma de fazer campanha do PSD nas últimas eleições Europeias já demonstrou que a ânsia de voltar ao poder justifica qualquer opção. Discutir Governo quando se devia discutir Europa, e agora querem também voltar a discutir Governo em conjunto com a altura em que se deviam estar a discutir os órgãos de gestão local." para Colina Sagrada.
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