Para...profissionais

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Está na hora de estudar a viabilidade deste pedido. Da forma que estes jogos estão a ganha mediatismo talvez valha a pena. Mas já! Para que não aconteça como com os outros atletas, em que só começamos a discutir quando as medalhas já não apareciam. Aqui ainda as vai havendo...

in Jornal de Noticias online

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E a irresponsabilidade continua...

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Acho formidável a capacidade que alguns políticos têm de falar mal por falar. O actual líder da concelhia do PSD, comentou as longas filas de espera à porta da "Segurança Social" em Guimarães como um bom exemplo do falhanço do Simplex. O que Emídio Guerreiro não disse, foi que na origem das filas de espera estiveram 3 grandes motivos: as pessoas deixam estes pedidos para a última, houve um erro no sistema informático nos últimos dias e aquele espaço devia ser bem maior para a população que abrange.

Fica uma nota: "Maria do Carmo Antunes sublinha que o serviço está no limite da sua capacidade de atendimento e que em Guimarães regista-se o maior nível de produtividade em termos nacionais" in Guimarães Digital.
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Alguém quer votar neste gente?

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Lanço claramente aqui um desafio: alguém me diga se vai votar neste partido. A continuarem assim desorientados e a apostarem em renovações do partido de meio em meio ano, vamos continuar sem oposição à altura em Portugal. Já não percebo quantas setas tem aquele partido. E em quantas direcções aponta. Arrumem a casa, depois pensem no País. Mas rápido!
Para o bem da democracia...
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Think Pong: À espera do futuro

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Falar sobre o tema “AvePark” engloba à partida todo um conjunto de diferentes perspectivas que poderia abordar. Desde já é peremptório que assinalemos um ponto de extrema importância: este centro de empresas cria à partida emprego. E numa região como a do concelho de Guimarães, e mais vastamente, do vale do Ave, trata-se logo de um ponto de elevada importância. E mais. A grande maioria dos empregos a criar serão de mão de obra qualificada. A juntar a este facto, temos ainda a Universidade do Minho como grande parceiro, e que objectivamente gozará de uma grande facilidade de colocar nas empresas que lá serão criadas, um bom número dos seus licenciados.

Mas o Vale do Ave tem um outro problema que provavelmente não terá resposta com este novo espaço. A grande parte da mão de obra no desemprego não tem formação suficiente para ocupar os lugares que surgirão.
Mas à parte disso, o vale do Ave, a Universidade do Minho e Guimarães, têm aqui uma oportunidade de se lançarem. Antes de mais este espaço vem dar resposta à grande quantidade de quadros técnicos que são formados por estas bandas. Vem por isso ser uma alternativa ao estrangeiro para os bons técnicos e investigadores. Poderá aqui, para Portugal, compensar aquilo que durante alguns anos o país gasta na sua formação para agora poder ver surgir efeitos práticos do mesmo investimento.
Para além disso, podemos agora com empresas colocadas cá, tomar a dianteira dos grandes projectos de futuro, da tecnologia avançada e das grandes ideias que já vão surgindo pela universidade.

Mas sem querer fugir demasiado ao tema, o AvePark poderá também ser um teste às empresas que já existem pelo Vale do Ave. A eterna ideia da modernização da sua industria, do perspectivar o futuro para estar dentro da “moda”, da mudança de sector se necessário, e toda essa forma de pensar actual que faz com que a pequena empresa possa subsistir estará aqui bem patente. Mudando as suas instalações para lá ou não, em toda esta grande área de industria surgirá todo um novo ambiente empreendedor. E os exemplos que chegarão serão sempre uma mais valia, para que a competição com empresas do mesmo do nível (baixo), deixe de ser uma realidade, e novas apostas sejam visiveis desde já.

Terminaria apenas com uma ideia com que fico. A ideia base do AvePark está assimilada. Mas tanto a nível de benefícios para a região, como de gestão tanto global do parque como das próprias empresas, criação de empresas, criação de postos de trabalho, potenciação da panóplia de quadros técnicos formados no nosso país, etc, existe todo um interesse instalado naquele espaço que obrigará a segui-lo de perto no futuro. Estejamos optimistas!
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Think Pong

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Começa segunda-feira a nova rubrica conjunta do Colina Sagrada e do Abertamente Falando. Chama-se Think Pong e tornará, semanalmente, públicas as discussões caseiras que mantenho com o meu irmão.

Estamos suficientemente afastados do ponto de vista ideológico para entendermos que este pode ser um exercício interessante tanto para nós como para os nosso leitores.

A ideia é simples: todas as semanas vamos escolher um tema, preferencialmente local, mas não necessariamente. Depois, as nossas opiniões sobre esse assunto serão publicadas em cada um dos nosso blogues com um link para o texto do outro. A discussão, esperamos, continuará desse lado da Rede.
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Como?

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Economistas contra o aumento dos salários. Com a desculpa que teria que aumentar a produtividade para isto se verificar. Mas e então o aumento do custo de vida? Esse acontece sempre. Vamos retirar ainda mais poder de compra ás pessoas?
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Quem vai comprar quem?

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No meio de tantos web browsers que existem, a minha escolha recaiu sempre entre Firefox e Internet Explorer durante muitos anos (que ingénuo que eu era). Agora o Firefox vive acompanhado do Safari que uso menos vezes. Mas está agora disponível para download aqui a versão BETA do novo web browser da Google. Explore quem puder, a versão é para Windows, terei que eu terei de esperar mais uns tempos.Resta saber quem vai sobreviver desta guerra. Ou pelo menos quem a vai ganhar.
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Contabilidade Organizada

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Começa por estes dias um novo blogue. O Contabilidade Organizada é um novo espaço da blogosfera vimaranense feito por mim e por dois amigos: o Samuel e o Rui. Surge depois das inúmeras discussões e notícias sobre as arbitragens dos jogos do Vitória e acompanhará toda a próxima época, bem como algumas crónicas sobre futebol e notícias sobre arbitragem em geral.

Vão passando.
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Isto terá que parar!

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Lia há momentos, na edição online do Jornal de Notícias, que nos últimos 8 meses a violência doméstica matou 35 mulheres. Isto numa altura em que tanto se discute a nova lei do divórcio e a suposta intromissão nas decisões de cada um com que o estado legisla, deixando de parte valores tão fortes como os da família. Já o disse noutros locais e voltarei a repeti-lo vezes sem fim: a mentalidade ainda existente em Portugal, da sobreposição dos valores da família, em grande parte baseados numa crença na religião católica, sobre o valor mais fundamental de todos - o da vida - leva por vezes a que se suporte o insuportável.  Não estou com isto a culpar a igreja católica pela violência doméstica!

Falando sem me basear em dados, duvido que na grande maioria destes 35 casos, o homicídio tenha sido o primeiro acto de violência entre o casal. Porque para se chegar ao ponto de matar, algo teria que se ter passado para trás. E é aqui que mais do que legislar temos que debater. Temos que sensibilizar as pessoas para que ponham cobro a este tipo de situação. A agressão, neste caso a violência doméstica, é crime! 
O amor-próprio é um valor que devemos preservar. E a vida, vivida com dignidade depende, nestas situações de cada um de nós. E se para certos meios, o que acabo de dizer é banal, em certas partes do país ainda se desculpa a violência doméstica e ainda se esconde a mesma dos vizinhos. Porque é uma vergonha. Porque "se levou foi porque mereceu". E por tantas outras desculpas que não me passam sequer pela cabeça. 

Sensibilizemos. Façamos passar a mensagem de que existem soluções para além de esconder por trás de lenços e de óculos de sol. 

Nota: Fazem-me confusão algumas vozes. Como se pode defender o casamento por si só, mesmo que existam problemas dentro do mesmo? Não temos todos direito à vida, e dignidade dentro da mesma? Mais estranho ainda quando este tipo de opiniões vem da mesma matriz que se opunha à liberalização da IVG com exactamente a mesma desculpa que agora esquecem. 
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Responsabilidade

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Era isto de que falava. Sem ataques. Primeiro o país, depois as lutas políticas.
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Preocupação

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Dentro da tal publicidade excessiva aos crimes violentas, pelo menos conseguiu-se debater as condições de patrulhamento das ruas, e o número de efectivos para a manutenção da ordem pública. Leia-se.

Neste particular, esperava ver cumprida esta promessa.
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Agir com responsabilidade

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Escrevia há dias que a posição de levar a discussão sobre criminalidade violenta à Assembleia da República era precipitado e irresponsável. Dizia eu que se tratava de alarmismo exagerado, e de uma tentativa de aproveitamento político por parte, na altura, do CDS. Mantenho-o.

Entretanto, aconteceu uma nova vaga de assaltos, e até em Guimarães se começou a sentir a insegurança. Não aceitando a teoria de que a publicidade a este tipo de acontecimentos, leva à repetição e aumento de situações do mesmo género, e acreditando que o direito à informação das pessoas se sobrepõe a essa teoria, sinto neste momento que é de facto necessário agir. Sem mediatização exagerada e sem arremesso político.

Lia há dias uma entrevista a José Dias, presidente da Junta de Freguesia de Brito, na qual se falava da necessidade de dar mais poderes às forças policiais. O também deputado municipal, dizia que quando se dirigia a agentes da Guarda Nacional Republicana, estes se limitavam a dizer que pouco mais tinham a fazer. A isto ser verdade, e não havendo razões à partida para duvidar destas declarações, está de facto na altura de se pensar a fundo no que é necessário fazer daqui para a frente. E mais do que este pensamento estratégico a longo termo, são necessárias acções imediatas, para combater desde já esta onda de crime. Com calma, sem grandes alarmismos, mas com uma forte componente de acção de campo.
A única situação em que aceitaria publicidade a acções nos próximos dias seria para uma demonstração de força e ordem pública. Sem perseguições e helicópteros à americana, e dentro dos limites do respeito pela vida humana como é óbvio...
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