Espero que a vontade de assinar como própria a proposta de lei que legitime o casamento entre pessoas do mesmo sexo não se sobreponha à urgência da igualdade de direitos. Que
isto não se confirme. Que o PS tenha a coragem de não dizer NÃO só porque não considera urgente, e não tem o tema na sua agenda. Não podemos adiar quando se trata de liberdade. Que a
Juventude Socialista consiga aquilo a que se auto-propôs no seu congresso nacional: convencer o Partido Socialista de que quer votar SIM neste documento. De preferência já.