Só neste país..

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O órgão oficial do PSD tem na abertura o seu site uma notícia ridícula de tentativa de das duas uma: ou promover o fraquinho novo trabalho dos Xutos e Pontapés, ou criar um qualquer novo movimento anti-Sócrates que teima em não resultar. O jornalismo faz-se de isenção. Mas dentro das margens das leis podem-se contornar regras e moldar mentalidades e opiniões. Mas esta parece mais uma notícia de primeiro de Abril. Como se faz notícia de uma especulação que nenhum dos intervenientes confirma ou comenta a suposição? Vergonhoso! (a letra da música em questão)

Pode ser que esta outra notícia venha alterar a situação da comunicação social partidária de lutas individuais.
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Pela boca morre o peixe Tigre

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Cartoon de Miguel Salazar e agradecimento ao email do Casimiro.

“…iria DAR ao Guimarães um set na Taça… e ficaríamos com 3-1…”

Francisco Fidalgo (treinador do Espinho)
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Simplex

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Aquela que foi uma das maiores vitórias da última legislatura, conhece em 2009 e na próxima novas batalhas. O Simplex, trunfo argumentativo de José Sócrates em qualquer debate sobre o que se fez em Portugal nos últimos 4 anos, promete para o próximo ano dar novos passos na desburocratização do pais. A partir deste ano, os cidadãos terão acesso directo online ao registo do boletim de vacinas, ao subsidio parental e ao que o programa chama de “contribuinte informado”. As PMEs podem apressar-se através da via verde automática para projectos aprovados pelo QREN e simplificação nos reembolsos de IVA para empresas exportadoras. E para a função pública estão guardadas inovações que como em outros casos, seria óptimo vê-las a alastrar para os privados: o recibo de vencimento electrónico e a identidade comum para sítios públicos. Estas medidas estãos disponíveis todas para consulta no simplex.pt.
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Para descontrair..

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Obama ouviu contar aquela anedota do Português a ladrar: "Eu Bo, Bo!" e esolheu o nome para cão de àgua da Casa Branca. 
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A Taça é nossa!

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Estava prometido o post e aqui está ele. Os Campeões Nacionais de Voleibol trouxeram da Povoa do Varzim esse sonho que haviam tentado conquistar por 3 vezes. À quarta foi de vez e podemos agora juntar esta menina à sala de trofeus: 


Taça de Portugal de Voleibol com Alan Cocato
Desculpas pelo roubo ao Vimaranes e Fotoguima pela foto. 
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Crise também em Guimarães

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Pouco antes da rebentar a crise, estavamos todos igualmente falidos, mas o ambiente para investir e comprar era diferente. Falava-se, e havia projecto para 3 novas grandes superfícies de compras. A história mudou e agora Guimarães é uma das muitas cidades afectadas pela crise, dos 14 Shoppings que atrasaram a abertura. Isto está bom é para outlet's e intermarchés baratinhos!
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Falta de qualidade e concorrência desleal

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O Vitória voltou a empatar ontem e acalmou assim os loucos, como eu, que começavam a voltar a acreditar na UEFA. Num dia em que ainda por cima podia ter-se aproximado de dois adversários directos que empataram entre eles. O Vitória agradece a Roberto o facto de ter empatado e não perdido, o Braga agradece a um dos seus muitos pontas-de-lanças (reforços que chegaram aquando da união de facto com o FC Porto):

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1 Passo para Nova História

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Parto dentre momentos em direcção à Povoa do Varzim com um sonho que já há anos transportei até Santo Tirso na primeira vez que pudemos fazer história: Vir para Guimarães a festejar o título de vencedor da Taça de Portugal de Voleibol do Vitória. Era mais um momento bonito numa história já recheada de alegrias. Porque aquela secção me diz muito, e por ver rapazes com quem cheguei a partilhar as manhãs de sábado a pisar um enorme palco, desejo-o com muita vontade. Daqui a umas horas regresso. Espero que para fazer um post de felicidade. "'Bamo'bora'bitória!"
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Más notícias

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O escritor português contemporâneo com maior notoriedade, José Saramago, está doente no hospital. A sua morte até já esteve anunciada no final de 2007, mas sobreviveu e até editou novo livro. Que a medicina esteja do seu lado, e o seu corpo tenha força de recuperar para que daqui a 3 meses a notícia seja de novo livro e não de coisas piores. As melhoras!
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Nostalgia do tempo que não vivi

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Todos os dias falamos no que mudou no mundo com muita admiração. Há 10 anos, uma disquete de 1 ‘mega’ transportava a informação necessária para um trabalho, um jogo, etc. Hoje compramos discos com 1000 ‘gigas’ – os impensáveis ‘teras’ – e enchemos com tudo o que a geração da internet nos disponibiliza gratuitamente. Mas o mundo mudou em outras coisas que não nos apercebemos tantas vezes.
Há 50 anos atrás, não era eu nascido obviamente, e portanto falo por histórias e recordações alheias, Os adultos da altura trabalhavam sem complexos na agricultura, e nas confecções. Ainda há quem o faça claro está. Mas a classe de onde vem a grande classe média-baixa actual vivia de trabalhos deste género. Tinham empregos de poucos escudos por mês, e a viagem da vida deles era para Lisboa, ou ao Algarve. Passávamos para alem da fronteira uns metros e tínhamos ido ao estrangeiro. Dividia-se o pão que havia na mesa, e remediava-se com uma malga de caldo. Vivia-se alegremente, ou é apenas a nostalgia de quem me conta.
20 anos depois, ou se quisermos, há 20 anos, no meio caminho entre esse passado, e o nosso futuro, Portugal teve dinheiro. As pessoas dessa classe subiram às vezes sem o perceberem na vida. As condições gerais de vida melhoraram abruptamente. A viagem da vida começou a ter aviões à mistura. Ea comida na mesa tornou-se abundante. Era tempo de mostrar riqueza e bem estar através da barriga grande. Engordamos as mesas e as carteiras e mostramos a toda a gente que o fizemos. Foi tempo de jóias generalizadas e de lançamento de marcas para estas classes, que vestiam agora moda. Perdeu-se a alegria nostálgica de quem o conta?
Nos “tempos de hoje”, regredimos. O Pais e os seus cidadãos contam trocos. Trabalham-se já turnos duplos para aguentar um estilo de vida que se acaba sempre por abandonar. Já ninguém tem vergonha de novo da calça manchada de lixívia, do carro sujo, e de anunciar que a quem tenha que ouvir que não há dinheiro para festas e festins. Perdemos a barriga cheia e a vergonha de não a ter.
Felizmente o mundo adaptou-se a nós, e os luxos que se tornaram essenciais estão agora a preços da chuva de novo. Telemóveis, portáteis, viagens low cost e outros “adereços” com que decoramos a vida. Estamos aptos a contar estes dias aos netos com as saudades de quem me conta a vida de há 50 anos.

Sem rigor histórico ou cientifico, assim vejo a mudança do mundo em que eu não vivi naquele em que me vejo a crescer.
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Lisboa é Portugal, o resto é deserto.

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Em Portugal passamos a vida a debater centralismo, a discutir descentralização do poder e ciclicamente a falar sobre regionalização. Mas há uma coisa quem em Portugal temos que mudar mais urgentemente: as mentalidades. Seja nos discursos políticos, nas discussões de fórum nacional, ou, principalmente, na comunicação social existem duas realidades no país: a de Lisboa, a cidade de Portugal, e aquelas notícias "patuscas" muito giras para encher telejornais nas aldeias sem habitantes ou no Portugal Rural em geral. E esta mentalidade passa para as decisões e para as distribuições de investimento nacional. Fica aqui mais um exemplo de notícia sobre A Cidade, seja ela qual fora para mim que sou da aldeia.
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Há quem tenha a mais, e quem tenha a menos..

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O Casimiro Silva deixou uma pergunta num dos seus posts de ontem: Onde pára o planeamento neste país?

Eu descobri a resposta: Está numa sala cheia de licenciados em vários cursos da área e mais uma porrada de indivíduos para sempre incógnitos a fazer contas para tentar provar que é preciso uma terceira ponte sobre o Tejo e um novo aeroporto para lá para a terra de quem importa.
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